Um crânio encontrado num armário. Uma freira que, segundo testemunhas, se aproximava sem tocar o chão. E mensagens nas paredes dirigidas à mulher que morava na casa. Em Borley, esses relatos deram origem a uma investigação cercada de suspeitas — mas nem o incêndio que destruiu a residência encerrou a história. As paredes desapareceram. Por que os relatos continuaram na igreja do outro lado da rua?