Tomás tinha oito anos quando entrou de joelhos numa concessionária, ofegante, procurando a única pessoa uniformizada no salão. Atrás dele vinha o próprio pai, um dos homens mais ricos de São Paulo, sorrindo como se nada estivesse acontecendo. A policial quase acreditou que se tratava apenas de uma crise infantil — até o menino levantar a camisa e sussurrar seis palavras que destruiriam uma das famílias mais poderosas do país.